segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Educação Brasileira


20 de agosto de 2012

LEANDRO BORGES


 Inicio minha busca por parceiros por um Brasil moderno! Este será o primeiro artigo de uma série, que visa motivar as pessoas a participar na conceituação correta do porque desta realidade brasileira que nunca muda e perpetua uma classe no poder que absolutamente não quer que o país mude, pois do jeito que está, está muito bom para eles.

 Eu pessoalmente concluo que revolução armada nesse nosso tempo “já era” como se dizia algum tempo atrás. E como não há registro de nenhum movimento popular no Brasil que tenha prosperado, não adianta se pensar em qualquer mudança no País, que não seja através de um movimento político. E a construção desse movimento só se efetivará se partir dos eleitores conscientes, através da criação de uma massa crítica fundamentada. Um grupo ampliado de cidadãos é que municiará alguns poucos líderes, que por sua vez, terão munição para ir ao campo figurado da guerra, com armas motivadoras, para amealhar apoio e ressonância no campo político. 

 Ousadamente, reconheço, acho que há elementos para buscar esse objetivo, porém deixo para fazer essa avaliação mais para frente, aí já com a contribuição dos parceiros que se incorporarem nesse objetivo, a partir do que vão ler nos nossos escritos.

 Inicio hoje com um assunto mais comentado do País nos últimos 30 anos e que cada dia só piora. Falo aqui da Educação.

 Não vamos falar nos aspectos repisados dos tecnocratas, que só fizeram mudar nomes para não se mudar absolutamente nada.

 Vamos aqui falar de mudanças do funcionamento da estrutura do ensino, seja público ou privado.

1) Todas as escolas do país terão um só turno de funcionamento, começando as 07h30min h e indo até às 16h30min h.

2) Todas as escolas, sem exceção, terão que dispor de um campo de futebol, uma quadra poliesportiva e uma área livre para lazer de pelo menos um hectare (área de 100mx100m).

3) Toda escola terá uma biblioteca com pelo menos 2.000 volumes à disposição dos alunos, inclusive aos sábados. 

4) Toda escola, obrigatoriamente, dará aulas de reforços aos alunos que necessitarem.
Naqueles assuntos que eles tiverem dificuldades, além das aulas á tarde de supervisão das tarefas diárias.

5) A área interna da escola é de uso exclusivo de alunos, funcionários e responsáveis dos alunos. Não se admitindo nenhuma interação com o lado externo da escola durante o horário de seu funcionamento. Até o portão de entrada deve ser vedado.

6) Não poderá haver vendedores ambulantes a menos de 100m de distancia de cada muro da escola.

7) Necessariamente serão ministradas aulas de civilidade e de FILOSOFIA, sem amarrações políticas, a todos os alunos já a partir da 1ª série, respeitando o nível de compreensão dos alunos de acordo com suas faixas etárias.

8) Os diretores das escolas serão os maestros do funcionamento da escola e principalmente nas escolas públicas disporão de uma verba mensal no valor de R$ 2.500,00, para usar em despesas de manutenção na escola, (pintura de paredes nas pichações que ocorram, conserto das partes elétricas e hidráulicas de toda escola, conserto de fechaduras, reposição de lâmpadas e em reparos ventiladores e ar condicionado, onde houver necessidade de aquisição emergencial de material de consumo). Toda ação inerente à escola terá necessariamente sua participação. Casos de incompetência e/ou desonestidade, serão resolvidos pelo conselho escolar com o voto de pelo menos 60% dos professores. Ao diretor será cobrado o bom desempenho da escola e somente a ele!

9) A luta pela boa remuneração do pessoal da educação continuará concomitantemente, mas vamos ter de cuidar de dar condições de trabalho e estudo aos nossos alunos e educadores, antes disso é conversa fiada se querer mudar a realidade educacional do país.
Como sugestão para encontrar esses recursos e mudar essa estrutura em 10 anos está em uma lei que não permita nesse prazo que o governo subsequente mude  a lei e sua implementação. E o dinheiro poderia vir da seguinte mudança:

Ao invés de cada parlamentar nesse país dispor de “n” assessores pessoais, o senado, a câmara federal, as assembleias estaduais e as câmaras de vereadores, teriam em seus quadros, um corpo técnico de assessores que daria o suporte técnico a ação dos parlamentares e por atenderem a todos, teoricamente estariam isentos de terem ações políticas. O dimensionamento do número de assessores é uma tarefa relativamente fácil e esse número seria imensamente inferior ao número de assessores existentes, gerando uma economia que financiaria com sobras em 10 anos, à reforma da infraestrutura educacional do nosso país.


Está aí nossa primeira sugestão para uma NOVA POLÍTICA BRASIL NOVO!

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